O sábado à noite é uma ilusão. Ilusão de quem dança, de quem samba, de quem bebe álcool misturado com sentimentos, de quem ama por uma noite, de quem quer viver toda uma vida num momento. Ilusão de quem espera a alegria, só para constatar que ela é sempre hóspede passageiro, sem residência fixa. Ilusão de quem acha que o domingo não vai amanhecer. Ilusão de quem pensa que, no próximo sábado, haverá mais dança, mais samba, mais amor e que, finalmente , a alegria virá para ficar.
O sábado à noite é uma ilusão. É uma promessa que se repete a cada sete dias e termina num domingo de manhã.
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